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Reitor enfatiza importância da criação dos institutos federais

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O Instituto Federal de Goiás realiza, desde ontem, sua Semana Pedagógica 2009/01.  Nos campi da Instituição, professores e técnicos-administrativos participam de debates e de reuniões de planejamento das atividades pedagógicas que serão desenvolvidas durante o semestre letivo. Entre os pontos de discussão, está a criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, formados a partir dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), das Escolas Agrotécnicas Federais e das escolas vinculadas às universidades federais.

A Semana Pedagógica foi aberta com atividades culturais nos campi de Goiânia (também para os servidores do campus de Inhumas) e de Uruaçu. Na capital, a abertura foi feita no Teatro Goiânia, onde a Cia. de Teatro Nu Escuro apresentou a peça O cabra que matou as cabras, uma comédia interativa que provocou muito riso. No campus de Uruaçu, os servidores assistiram à apresentação do grupo de capoeira Maculelê.

Na abertura da Semana Pedagógica em Goiânia, o reitor do Instituto Federal de  Goiás, professor Paulo César Pereira, ressaltou a importância do atual momento histórico para a educação profissional no Brasil. Ele disse que a estruturação da Rede Federal da Educação Profissional e Tecnológica, com a criação dos institutos federais, veio acompanhada da expansão. "Durante 94 anos, ficamos com 140 unidades de educação profissional no país, número igual ao do Uruguai, que tem população 60 vezes menor. Agora, teremos 354 unidades", comentou.

Segundo Paulo César, a mudança fortalece os institutos federais e define melhor o papel social que lhes cabe. "Os institutos federais ficam equiparados às universidades em termos de autonomia administrativa, financeira e pedagógica. Não fomos transformados em universidades porque nossa missão é outra, mas não menos importante", disse.

O papel social dos institutos federais, conforme o estabelecido na lei que os criou, é elevar a qualificação dos trabalhadores, com oferta de ensino técnico integrado ao ensino médio (50% das vagas de cada instituto federal devem ser para os cursos técnicos). Também devem ser ofertados cursos de licenciatura, para a formação de professores e ainda cursos superiores de tecnologia e bacharelado.

O reitor do Instituto Federal de Goiás lembrou que a criação da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e dos institutos federais foi feita por meio de lei, aprovada no Congresso Nacional, e que qualquer tentativa de alteração do novo estatuto das instituições deve seguir o mesmo caminho.

Hoje à noite, em Goiânia, a criação dos institutos federais, sua concepção e as diretrizes a serem seguidas serão debatidas pelo reitor Paulo César e pelo diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica da Setec/MEC, professor Getúlio Marques Ferreira. Na sequência da Semana Pedagógica, o reitor fala sobre os institutos federais nos campi de Jataí (amanhã), Uruaçu (quinta-feira) e Itumbiara (sexta-feira).

 

 

 

Coordenação de Comunicação Social