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Orçamento para 2017 prevê corte de 17,06% dos recursos do IFG

Mesmo com as gestões do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) junto à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC), com os cortes, a previsão de orçamento para as instituições da Rede Federal vai comprometer a manutenção das atividades planejadas. No Instituto Federal de Goiás (IFG), o corte do orçamento para 2017 foi de 17,06% em relação ao ano de 2016.

Em 2016, o IFG já está trabalhando com um orçamento inferior aos anos de 2015 e de 2014, mesmo com a ampliação, nos últimos anos, da oferta de cursos em seus câmpus e com o crescimento do número de alunos. Atualmente a Instituição possui mais de 13 mil discentes em seus cursos presenciais e a distância.

Na proposta apresentada pelo MEC para 2017, o IFG perderá mais de R$ 9,6 milhões, em comparação com o orçamento deste ano, e R$ 22 milhões se comparado ao orçamento do ano de 2015. Em relação ao orçamento de 2014, a previsão de 2017 apresenta ao Instituto Federal de Goiás uma perda de recursos ainda maior, de R$ 34 milhões.  A proposta orçamentária para 2017 retrocederá a valores de 2013.

Na tabela da Pró-Reitoria de Administração é possível ver os valores do limite orçamentário nos anos de 2014, 2015, 2016 e a previsão para 2017. Os valores previstos para a Assistência Estudantil são específicos para os programas dessa área no IFG e não podem ser realocados para custeio de outras despesas.

Cabe destacar que, além dos cortes no orçamento, as ações de extensão e pesquisa que possuem recursos específicos terão os recursos reduzidos em mais de 50% em relação a este ano, o que certamente incidirá negativamente nos programas vigentes e atividades planejadas. De acordo com o pró-reitor de Administração, Ubaldo Eleutério, os recursos da folha de pagamento são de outra natureza de despesas e “nesse momento estão garantidos pelo Governo Federal”.

Diante dos cortes orçamentários e apesar dos esforços que vêm sendo empreendidos pela gestão do IFG no sentido de contingenciar os gastos, o período que se aproxima será de extrema dificuldade para o funcionamento (custeio e investimento) da Reitoria e dos 14 câmpus, para a manutenção dos avanços nas áreas de ensino, pesquisa e extensão da Instituição e para as ações de capacitação. O reitor do Instituto Federal de Goiás e vice-presidente do Conif, professor Jerônimo Rodrigues da Silva, está acompanhando de perto os encaminhamentos da matriz orçamentária junto ao MEC e, junto com reitores de outras instituições, tem buscado a reversão desse quadro.

Diretoria de Comunicação Social/Reitoria.